Conduzir sob o efeito do álcool continua a ser um problema estrutural e particularmente grave nas estradas portuguesas. Os dados constam de um novo estudo da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) sobre a evolução da sinistralidade, divulgado no dia em que Pedro Clemente toma posse como novo presidente da instituição.
O relatório, focado no período entre 2019 e 2024, traça um cenário alarmante sobre a sinistralidade rodoviária no país. Cerca de dois em cada três condutores alcoolizados que estiveram envolvidos em acidentes com vítimas apresentavam uma Taxa de Álcool no Sangue (TAS) igual ou superior a 1,20 gramas por litro, um valor que a lei portuguesa tipifica como crime.
