O descontentamento ganha contornos políticos, com o sindicato a apontar baterias ao atual executivo liderado pelo social-democrata Luís Filipe Menezes. A dirigente sindical relata um sentimento de profunda indignação entre os profissionais, que acreditavam que o cenário iria ser revertido com a atual gestão camarária.
"É uma revolta muito grande porque os trabalhadores sentem-se enganados por Luís Filipe Menezes, em quem muitos deles votaram", assinalou Lurdes Ribeiro à Lusa, lembrando que o fim desta prática foi uma promessa assumida pelo atual autarca durante o período de campanha eleitoral.