Sob o lema “O melhor presente é estar presente”, a campanha tem como objetivo primordial reforçar a segurança nas estradas durante a época festiva, através de ações de sensibilização, fiscalização e pré-posicionamento de meios de socorro.
ANSR aposta em campanha multimeios: A ANSR lança hoje, no MAAT Central, a campanha de sensibilização presidida pelo Secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha. A iniciativa conta com a parceria de cerca de 440 entidades públicas e privadas e visa alertar os condutores para o risco acrescido das deslocações frequentes e longas típicas desta quadra. A mensagem será disseminada através de televisão, rádio, imprensa, rede multibanco, plataformas digitais e painéis nas estações de serviço.
Fiscalização apertada da GNR e PSP: No terreno, a GNR direcionará a sua operação para os locais de festividades, zonas comerciais e para a rede viária nacional. As ações visam não só garantir a fluidez do trânsito e o apoio aos utentes, mas também prevenir infrações e combater a criminalidade, com foco nas condições de circulação dos veículos e no comportamento dos condutores.
Por sua vez, a PSP aumentará a sua presença na via pública com ações de visibilidade preventiva. A fiscalização incidirá sobre as principais causas de sinistralidade: o excesso de velocidade, a condução sob o efeito de álcool ou substâncias psicotrópicas, o uso do telemóvel ao volante e a incorreta utilização do cinto de segurança e sistemas de retenção para crianças.
Proteção Civil com dispositivo especial: A ANEPC implementará um dispositivo especial de prevenção e resposta, mobilizando diariamente 867 bombeiros e 256 veículos. Com base na análise da sinistralidade, foram definidos 142 locais estratégicos para o pré-posicionamento de meios, garantindo uma intervenção rápida. No total, para o período da "Operação Natal", serão mobilizados 5.202 bombeiros e 1.536 veículos. Já para a "Operação Ano Novo", o dispositivo contará com 3.468 bombeiros e 1.024 veículos.
As autoridades reforçam que o combate à sinistralidade é uma prioridade nacional e apelam à responsabilidade de todos para que se altere o paradigma da segurança rodoviária, defendendo que os acidentes não são uma fatalidade e podem ser evitados.
