A Organização Mundial de Saúde (OMS) já classifica a solidão como um problema de saúde pública. De acordo com os investigadores, ter bons amigos é mais determinante para a felicidade do que os relacionamentos familiares, estando diretamente ligado a melhores níveis de saúde física e mental.
Perante estes resultados, o ISCTE defende a necessidade urgente de políticas públicas, nomeadamente ao nível da Administração Local, que promovam a remoção de obstáculos económicos ao convívio. A principal recomendação passa pela criação de espaços públicos de convívio com qualidade, onde a frequência não implique gastos financeiros, permitindo aos grupos mais precários e jovens retomar as práticas sociais perdidas desde 2020.