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Porto
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Festival "Pint of Science" regressa em maio para levar a ciência aos bares do Porto

O maior festival internacional de comunicação de ciência está de volta a Portugal. Nos dias 18, 19 e 20 de maio, a 9.ª edição do "Pint of Science" vai transformar diversos bares do Porto em palcos de partilha de conhecimento, promovendo o debate entre investigadores e o público num ambiente informal.

Redação

A premissa do evento é simples e direta: juntar um bar, dois cientistas e abrir espaço para muitas perguntas. No Porto, as sessões desta edição vão decorrer em três espaços de convívio da cidade: Espiga, Letraria Porto Downtown e A Cervejaria – By Caçula Group.

O principal objetivo da iniciativa passa por retirar o conhecimento do ambiente restrito dos laboratórios e aproximá-lo da comunidade. Através de uma abordagem acessível, o festival procura desmistificar conceitos complexos e dar a conhecer o lado humano, as histórias e os desafios de quem se dedica à investigação.

Formato das sessões e áreas em debate

Durante as três noites do festival, a diversidade científica será o ponto forte. A organização assegura que todas as áreas do conhecimento terão lugar à mesa, abrangendo temas tão variados como astronomia, neurociências, robótica, oceanografia, história ou política.

Tal como em edições transatas, o evento organiza-se em várias sessões distribuídas pelos espaços parceiros. Cada sessão funcionará nos seguintes moldes:

  • Duas conversas conduzidas por investigadores;

  • Uma breve introdução à área científica em destaque (com a duração aproximada de 15 minutos);

  • Uma discussão aberta e descontraída com o público.

Um fenómeno global com dimensão nacional

Embora conte com uma forte presença no Porto, o Pint of Science 2026 abrange um total de 12 cidades portuguesas: Almada, Aveiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Faro, Funchal, Guarda, Lisboa, Oeiras e Porto. O programa completo e detalhado será anunciado em breve no site oficial do evento (www.pintofscience.pt).

Criado no Reino Unido em 2012, o formato rapidamente se expandiu, tornando-se um fenómeno global. Em Portugal, a celebração da ciência nestes moldes acontece há quase uma década, tendo sido impulsionada por Daniela Domingues e suportada, ano após ano, por uma equipa de voluntários.