A principal justificação para este adiamento prende-se com as condições meteorológicas adversas que marcaram os últimos meses. O Governo sublinha que o inverno tem sido caracterizado por "persistentes períodos de precipitação intensa e ventos fortes", o que impossibilitou o normal desenrolar dos trabalhos agrícolas e florestais.
A este cenário juntaram-se os "efeitos catastróficos" da depressão Kristin, que atingiu o país no final de janeiro. A tempestade obrigou à mobilização urgente de meios de socorro e exige agora um esforço excecional (humano e material) para a exploração florestal e limpeza das zonas devastadas.