A principal preocupação das autoridades portuguesas centra-se nos cidadãos que se encontravam em viagem, quer por motivos de turismo quer de negócios, e que ficaram retidos devido ao encerramento do espaço aéreo na região.
Nestes casos, o Governo recomenda a inscrição nos gabinetes de emergência consular e o contacto regular com as representações diplomáticas portuguesas.
Até ao momento, não há registo de pedidos de repatriamento provenientes de outros países da zona em conflito.
“Dos restantes países da zona em conflito, não temos ainda pedidos. Temos feito vários contactos, as nossas embaixadas estão em contacto permanente. Os nossos cidadãos residentes ou que estão em trabalho, neste momento, estão calmos, estão em casa”, afirmou o governante.