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Sociedade
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Furto em Penafiel: Mulher detida em flagrante a roubar dezenas de plantas num horto

A GNR deteve em flagrante uma mulher de 49 anos por furto qualificado num horto em Galegos, Penafiel, no dia 25 de abril. Foram recuperadas 70 plantas.

Redação

O Comando Territorial do Porto da Guarda Nacional Republicana (GNR) efetuou a detenção de uma cidadã suspeita de furtos a espaços comerciais na região do Tâmega e Sousa. A força de segurança adiantou que, "através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Penafiel, no dia 25 de abril, deteve em flagrante uma mulher com 49 anos por furto qualificado". O crime ocorreu no concelho de Penafiel.

Investigação e detenção em flagrante na localidade de Galegos

A ação policial foi o culminar de um processo de vigilância e acompanhamento das autoridades. O comunicado oficial refere que a intervenção se deu "no âmbito de uma investigação por furto qualificado". Durante as averiguações para travar estes crimes, "os militares realizaram diligências de investigação que culminaram na identificação e detenção da suspeita".

A interceção aconteceu no exato momento da prática do crime, sem margem para fuga. A força de autoridade sublinha que a mulher foi apanhada "em flagrante quando esta furtava plantas num horto". O estabelecimento comercial alvo desta ação criminosa situa-se "na localidade de Galegos, concelho de Penafiel".

Plantas e ornamentos devolvidos ao legítimo proprietário

A pronta intervenção dos militares do Núcleo de Investigação Criminal permitiu travar a ação delituosa e evitar prejuízos para o negócio local. Segundo os dados oficiais divulgados pela GNR, "no decorrer da ação, foi possível apreender e recuperar 70 plantas em vasos". Para além das inúmeras espécies vegetais, a mulher tentava ainda subtrair do espaço "quatro peças de ornamentação de jardim".

Todo o material apreendido na posse da suspeita de 49 anos acabou por ser salvaguardado pelas autoridades e todas as peças "foram entregues ao seu legítimo proprietário".

Após a conclusão das diligências no local, a Guarda Nacional Republicana confirmou que "a detida foi constituída arguida". O processo criminal segue agora os trâmites habituais da justiça portuguesa, uma vez que "os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Penafiel" para a determinação das medidas de coação adequadas ao ilícito.