“Estávamos à mesa, a conversar e a aproveitar o reencontro, quando uma pequena cadela, muito meiga, se aproximou. Sem hesitar, começou a brincar com os meus filhos, como se já fosse parte da família", conta a mãe desta família.
A filha de Fernanda ficou encantada com a cadela e pediu para a adotarem. “Num primeiro momento, recusei, pois nunca tive um animal de estimação e presumi que ela fosse do restaurante. Quando me apercebi, a minha filha decidiu perguntar diretamente ao responsável pelo restaurante se podia trazer a cadela para casa, o qual prontamente respondeu que sim, que podíamos ficar com ela. Contou-nos que a cadela era vadia, que estava ali há cerca de 15 dias e que, nesse tempo, tinham-lhe dado comida e até um nome: Patanisca”, acrescentou.
Apesar de nunca terem tido animais, Fernanda decidiu levar a cadela consigo. “Trouxemo-la connosco no carro e, durante o caminho, para não criar falsas expectativas, expliquei à minha filha que teríamos de contactar o canil e perceber se a cadela teria chip, pois podia estar perdida e o dono estar à sua procura. Ainda assim, quis dar-lhe um novo nome: Amora", continou a contar Fernanda.