Além da valorização da camélia, a organização afirmou-se como um exemplo de boas práticas, promovendo a sensibilização ecológica junto de todos os visitantes.
A Festa Internacional das Camélias, um dos eventos de maior relevo no calendário cultural do Município de Celorico de Basto, reafirmou este ano o seu papel na preservação do património biológico, associando-o a uma forte componente de sustentabilidade ambiental.
Além da valorização da camélia, a organização afirmou-se como um exemplo de boas práticas, promovendo a sensibilização ecológica junto de todos os visitantes.
Mantendo a estratégia de edições anteriores, o Município demonstrou uma elevada preocupação com a pegada ecológica do evento, reforçando a rede de recolha seletiva no recinto. Este ano, a operação deu especial atenção à natureza orgânica da camélia:
Ecopontos Estratégicos: Distribuição de vários pontos de recolha por todo o espaço para facilitar a separação de resíduos.
Reforço Orgânico: Aumento do número de contentores destinados especificamente a resíduos orgânicos, aproveitando a natureza biodegradável do elemento central da festa.
Mensagens de Sensibilização: Implementação de comunicação clara para incentivar o aumento da separação de recicláveis e bioresíduos.
O vereador do Ambiente, José Sousa, sublinhou que o objetivo passa por "aumentar significativamente a separação dos recicláveis e dos bioresiduos nos eventos", tornando a gestão de resíduos mais eficiente e visível.
Ao longo dos três dias de festividades, a totalidade dos resíduos produzidos foi recolhida e separada, garantindo que o impacto ambiental fosse minimizado. Esta prática coloca a Festa Internacional das Camélias em sintonia com as diretrizes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Para o autarca José Sousa, o foco das intervenções ultrapassa a vertente estatística. "Não trabalhamos apenas para contrariar os números, mas para criar hábitos e fomentar comportamentos que beneficiem as gerações vindouras", afirmou, concluindo com o mote da iniciativa: “A Festa é Nossa, mas o ambiente é de todos”.