A Guarda Nacional Republicana (GNR) revelou dados preocupantes relativos à criminalidade informática e às burlas nas comunicações durante o primeiro trimestre de 2026. Segundo os registos oficiais, foram identificadas cerca de 300 burlas sob a modalidade de "Falso Funcionário" e mais de 670 burlas informáticas destinadas à obtenção ilegítima de dados. Estes números refletem uma crescente profissionalização de grupos criminosos que operam em todo o país, com especial incidência nas regiões mais populosas do Norte.
A autoridade sublinha que a eficácia destes ataques é alarmante, destacando que "86% das tentativas de burla que simularam Agentes de Autoridade foram efetivamente consumadas". Este fenómeno tem gerado uma preocupação acrescida na missão de proteção de pessoas e bens, levando a GNR a reforçar o alerta para as técnicas de Engenharia Social, que a força define como a "arte de manipular psicologicamente o ser humano para que este comprometa a sua própria segurança".
