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Top 10 pilotos mais ricos da Fórmula 1 em 2025 – património e fortuna

Descubra quem são os 10 pilotos mais ricos da Fórmula 1 em 2025. Veja quanto acumulam nomes como Schumacher, Hamilton e Verstappen, através de salários, patrocínios e investimentos.

Introdução

A Fórmula 1 é sinónimo de velocidade, glamour e contratos milionários. Para além das vitórias em pista, muitos pilotos constroem verdadeiros impérios financeiros, acumulando fortunas com salários, prémios de desempenho, patrocínios e investimentos pessoais.

Se acompanha o desporto e quer estar a par das últimas novidades do mundo da Fórmula 1, vai gostar desta lista com os 10 pilotos mais ricos em 2025. Descubra quem são os grandes nomes que transformaram talento em riqueza e como chegaram a valores impressionantes.

⚠️ Nota: Os valores apresentados resultam de estimativas públicas divulgadas em meios internacionais de referência (como Forbes, Marca, Celebrity Net Worth e outros).

Top 10 pilotos mais ricos da Fórmula 1 em 2025

1. Michael Schumacher (~ 600 milhões USD)

Michael Schumacher continua a ser o piloto mais rico da história da Fórmula 1. Sete vezes campeão mundial, o alemão acumulou uma fortuna imensa graças a contratos milionários com a Ferrari, prémios e patrocínios globais. Mesmo após a reforma, a sua marca e legado continuam a gerar receitas através de direitos de imagem, merchandising e licenciamento.

2. Lewis Hamilton (~ 520 milhões USD)

Lewis Hamilton é o piloto no activo com maior património líquido. Multicampeão mundial, o britânico recebe salários elevados, prémios e tem contratos de patrocínio com algumas das maiores marcas do mundo. Fora das pistas, investe em moda, cinema, música e causas sociais. A sua recente transferência para a Ferrari aumentou ainda mais a sua projeção e valor de mercado.

3. Fernando Alonso (~ 250-300 milhões USD)

O bicampeão espanhol construiu a sua fortuna numa das carreiras mais longas da Fórmula 1. Alonso passou por equipas de topo como Renault, Ferrari, McLaren e Aston Martin, sempre com contratos sólidos. Para além das corridas, diversificou rendimentos com investimentos e negócios pessoais, tornando-se um dos pilotos mais completos financeiramente.

4. Kimi Räikkönen (~ 200-250 milhões USD)

Conhecido como “The Iceman”, Kimi Räikkönen fez grande parte da sua fortuna durante os anos na Ferrari, quando recebeu alguns dos maiores salários da história da modalidade. Campeão em 2007, acumulou milhões não só com corridas, mas também com patrocínios e investimentos. Mesmo já reformado, continua entre os mais ricos da F1.

5. Max Verstappen (~ 200-250 milhões USD)

Ainda jovem, Max Verstappen já é um dos pilotos mais endinheirados da Fórmula 1. O seu contrato com a Red Bull é um dos mais valiosos do paddock, com prémios milionários por vitórias e títulos. Para além disso, tem contratos de imagem, patrocínios internacionais e investimentos que fazem a sua fortuna crescer rapidamente.

6. Sebastian Vettel (~ 140-180 milhões USD)

O tetracampeão mundial Sebastian Vettel acumulou uma fortuna significativa durante a sua passagem pela Red Bull e Ferrari. Os seus contratos foram milionários e soube aproveitar ao máximo os patrocínios e direitos de imagem. Mesmo após a reforma, mantém uma vida discreta, mas financeiramente sólida.

7. Jenson Button (~ 120-170 milhões USD)

Campeão do mundo em 2009 com a Brawn GP, Jenson Button soube capitalizar a sua fama. Para além dos salários elevados na McLaren, construiu carreira nos media e em outras categorias do automobilismo. Figura carismática, garantiu contratos comerciais valiosos que aumentaram o seu património.

8. Nico Rosberg (~ 60-100 milhões USD)

Campeão mundial em 2016 pela Mercedes, Nico Rosberg surpreendeu ao abandonar logo após conquistar o título. Mesmo assim, possui um património robusto, consolidado após a reforma com investimentos em sustentabilidade, startups e tecnologia.

9. Daniel Ricciardo (~ 50-100 milhões USD)

Carismático e popular entre os fãs, Daniel Ricciardo teve passagens por Red Bull, Renault e McLaren. Os seus contratos garantiram salários elevados, mas grande parte da sua fortuna vem de patrocínios e campanhas publicitárias. O seu estilo descontraído e humor são trunfos fora das pistas.

10. Sergio Pérez (~ 55-85 milhões USD)

O mexicano Sergio “Checo” Pérez completa a lista. Para além de salários competitivos na Red Bull, conta com uma vasta rede de patrocinadores no México e na América Latina. Essa forte base comercial é determinante para o crescimento do seu património.

O que torna um piloto da F1 tão rico?

A fortuna dos pilotos não depende apenas dos resultados em pista. Há vários fatores que contribuem:

  • Salários e prémios de equipa: vitórias e títulos aumentam o valor dos contratos.

  • Patrocínios globais: marcas de luxo, bebidas, tecnologia e moda associam-se aos pilotos mais carismáticos.

  • Imagem e marketing pessoal: alguns, como Hamilton ou Ricciardo, são ícones fora das pistas.

  • Negócios e investimentos: imóveis, startups, moda, desporto e tecnologia são áreas comuns.

  • Direitos de imagem e legado: lendas como Schumacher continuam a gerar milhões após a carreira.


Conclusão

A Fórmula 1 é um dos desportos mais glamorosos e lucrativos do mundo. Os pilotos que entram para a história não acumulam apenas títulos, mas também constroem fortunas impressionantes.

Michael Schumacher e Lewis Hamilton lideram como os maiores patrimónios da história da modalidade, enquanto estrelas como Max Verstappen demonstram que a nova geração já está a conquistar lugar entre os mais ricos.

A combinação de talento, marketing e oportunidades comerciais faz da Fórmula 1 não apenas um espetáculo desportivo, mas também um universo de negócios bilionários.