O responsável, que liderou o grupo destacado ontem para o terreno, explicou que a presença das corporações da sub-região deixou de ser necessária, uma vez que os trabalhos agora pendentes exigem meios e competências muito específicas.
A coluna de bombeiros do Tâmega e Sousa regressou já à região, após dar como concluídas as tarefas que lhe estavam atribuídas no distrito de Leiria, no âmbito da resposta à tempestade Kristin, informou esta segunda-feira, 9 de fevereiro, o comandante Sérgio Silva.
O responsável, que liderou o grupo destacado ontem para o terreno, explicou que a presença das corporações da sub-região deixou de ser necessária, uma vez que os trabalhos agora pendentes exigem meios e competências muito específicas.
Segundo Sérgio Silva, comandante dos Bombeiros Voluntários de Marco de Canaveses, “as tarefas que subsistem no terreno são altamente especializadas”, pelo que já não se justifica a permanência dos bombeiros do Tâmega e Sousa em Leiria.
A decisão surge após vários dias de trabalho intenso na desobstrução de vias, remoção de árvores e destroços, libertação de acessos a habitações e apoio direto às populações afetadas pelo mau tempo provocado pela tempestade Kristin.
O comandante deixou ainda um elogio público a todas as corporações da região que integraram este dispositivo intermunicipal, sublinhando o profissionalismo, a disponibilidade e o espírito de cooperação demonstrados ao longo de toda a operação.
De acordo com Sérgio Silva, o trabalho desenvolvido pelos bombeiros do Tâmega e Sousa foi igualmente reconhecido pelas autoridades locais, tendo sido elogiado pelo vereador do Município de Leiria com o pelouro da Proteção Civil, Luís Lopes, durante o acompanhamento das operações no terreno.
Tal como noticiado pelo Jornal A VERDADE, a mobilização deste grupo integrou um reforço nacional de meios, coordenado pela Proteção Civil, envolvendo várias corporações do Tâmega e Sousa.
Esta resposta conjunta permitiu apoiar as populações afetadas sem comprometer a capacidade operacional nos concelhos de origem, demonstrando a articulação entre corporações e estruturas de proteção civil.
Com o regresso da coluna à região, os bombeiros retomam agora a plena prontidão operacional nos seus territórios, mantendo-se atentos a eventuais novas necessidades decorrentes da instabilidade meteorológica.