Passos Coelho admitiu ainda que se tornou, à época, um “fator limitativo do crescimento do PSD”, apesar de não ter reservas quanto ao seu desempenho enquanto primeiro-ministro.
Defendeu que era necessário “mudar a conversa da ‘troika’” e libertar o partido dessa associação ao período de assistência financeira internacional. Na sua perspetiva, o PSD conseguiu, ao longo dos anos seguintes, distanciar-se desse ciclo político, algo que considera positivo.
As declarações surgem um dia depois de o antigo líder social-democrata ter negado estar de regresso à política ativa, reiterando agora que não sabe se algum dia voltará a ser necessário ou se será a “pessoa indicada” para tal função.