De acordo com os dados avançados pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, esta evolução salarial permitiu às famílias portuguesas um ganho real de poder de compra de 3,2%. A tutela destaca ainda que este crescimento sinaliza uma estabilização do rácio entre o salário médio e o salário mínimo, contrariando a tendência de compressão salarial verificada em anos anteriores.
A Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Ramalho, sublinhou que a manutenção desta trajetória de valorização depende de um equilíbrio estratégico. Para a governante, a valorização sustentável dos rendimentos deve conjugar dois fatores essenciais:
