A "taxa rosa", o custo acrescido que incide de forma desigual sobre o sexo feminino para produtos e serviços com funções idênticas aos masculinos, continua sem uma resposta oficial em Portugal. Segundo informações avançadas pelo Jornal de Notícias (JN), o estudo sobre o impacto deste fenómeno no país, aprovado originalmente no âmbito do Orçamento do Estado para 2023, permanece desconhecido quase três anos após a sua definição.
O intuito da proposta, apresentada pelo partido PAN, era esclarecer as razões pelas quais "os produtos destinados às mulheres custam mais do que produtos semelhantes destinados aos homens". Contudo, a análise pedida à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), sob a tutela dos ministérios da Economia e da Juventude e Modernização, ainda não foi tornada pública.
