Segundo a denúncia de um encarregado de educação, o vídeo demonstra "uma agressão violenta e contínua entre alunas", bem como a "passividade chocante dos restantes alunos que assistem e, alegadamente, incentivam a agressora". Este encarregado alega ainda que a "Direção/Administração da escola tentou abafar a situação".
No mesmo sentido, alega que a situação "terá sido assistida por alguns funcionários da escola que, de acordo com as informações obtidas, não intervieram para travar a violência".
Outro encarregado de educação corrobora as preocupações, afirmando que "a agressividade desta jovem para com os colegas é uma situação recorrente". Este pai manifesta a "maior preocupação" de que esta situação possa vir a repetir-se: "Uma vez que, como foi possível ver no vídeo, durante as agressões não apareceu ninguém para intervir".
Este segundo encarregado de educação critica ainda a alegada falta de assistência médica à vítima, sublinhando que "os embates foram todos na cabeça" e que "a escola devia ter chamado a assistência hospitalar". Segundo o seu relato, a aluna agredida "foi levada a casa por um dos assistentes operacionais e em momento algum foi levada à assistência médica".
Os pais exigem "maior vigilância nestes recreios" e questionam "que tipo de soluções foram tomadas em face a esta jovem agressora".