É essa a pergunta que guia o trabalho de Cátia Mendes, psicóloga natural de Avessadas, que hoje acompanha adolescentes e adultos tanto em regime online como presencialmente no espaço Smart Life. Mais do que tratar sintomas, Cátia procura compreender histórias. Mais do que “podar a árvore”, prefere cuidar da raiz.
A Psicologia entrou na sua vida cedo, por volta dos 12/13 anos. Antes disso, como tantas crianças, sonhou com várias profissões, mas sempre ligadas ao cuidado. Mas foi no 7.º ano que decidiu, com convicção, que queria ser psicóloga. E nunca mais mudou de ideia. “Sempre fui muito curiosa, adorava ouvir as histórias dos adultos. Era a típica criança dos ‘porquês’. Queria perceber porque é que as pessoas se comportavam de determinada forma.”
Não houve uma referência familiar direta nem um episódio marcante que explique a escolha. Pelo contrário: quando decidiu seguir Psicologia, ouviu vezes sem conta que estava “a estudar para o desemprego”. Ainda assim, manteve-se firme. “Se fosse desempregada, ao menos que fosse a fazer aquilo que gosto: compreender o comportamento humano e ajudar as pessoas a evoluir”.

