A Guarda Nacional Republicana (GNR), no âmbito das suas competências de vigilância e proteção do património natural, revelou esta semana dados preocupantes relativos à incidência de incêndios rurais em território nacional. Até ao dia 17 de abril de 2026, a Guarda já efetuou a detenção de 59 cidadãos pelo crime de incêndio. A análise das causas efetuada pelas autoridades revela que a esmagadora maioria das detenções está associada a "comportamentos desadequados no uso do fogo".
O balanço operacional indica que 57 dos 59 cidadãos foram detidos por negligência em queimas e queimadas de sobrantes que se descontrolaram. Este dado reforça a necessidade de maior precaução por parte das populações rurais, uma vez que o uso negligente continua a ser o principal propulsor das ignições em Portugal.
