O guarda, que foi condenado a 13 anos de prisão por burlas no valor global de 400 mil euros, continua sob escrutínio interno da corporação. Segundo o JN, a GNR confirmou que o processo disciplinar relacionado especificamente com esta condenação criminal se encontra atualmente em "fase de acusação".
No entanto, a situação disciplinar do militar é mais complexa. O mesmo jornal adianta que, para além do referido processo, correm termos contra Sérgio Ribeiro processos internos por suspeita de abuso de confiança e por falsificação de documento.
A estas infrações somam-se ainda, em regime de apenso, processos por suspeita de burla, subtração de menor e ameaça, refere o JN, citando fonte oficial da Guarda Nacional Republicana.
