Em comunicado oficial, a Diocese do Porto garante, de forma categórica, que "esta comunicação não é autêntica". A instituição esclarece que as mensagens estão a ser disparadas a partir de um endereço eletrónico completamente alheio aos serviços da Diocese e sem qualquer tipo de ligação a D. Manuel Linda.
Para além do remente suspeito, a nota diocesana aponta que o próprio texto contém "incoerências linguísticas e terminológicas que evidenciam a sua origem externa". O principal erro que denuncia a fraude é a utilização da palavra "decanato". A Diocese nota que esta é uma estrutura que simplesmente "não corresponde à organização da Diocese do Porto" (que, por sua vez, está organizada em vigararias).