A sessão, integrada no programa comemorativo do Dia do Município, deu a conhecer uma obra que propõe uma viagem cronológica detalhada pela evolução do concelho, desde os seus primórdios até aos acontecimentos mais recentes da vida pública.
O livro convida o leitor a percorrer o percurso coletivo de Baião através das diferentes idades históricas, partindo da formação geológica do território, há cerca de 225 milhões de anos, e estendendo-se até janeiro de 2025, momento assinalado pela transladação dos restos mortais do escritor Eça de Queiroz para o Panteão Nacional. Ao longo deste arco temporal, a narrativa reúne uma sequência de referências sociais, culturais, religiosas e políticas, integrando ainda secções complementares como os Dias dos Oragos, um glossário e bibliografia.
