Esta paragem total de 90 dias insere-se num plano macro de reabilitação. A intervenção "representa um investimento significativo da APDL na modernização e preservação de uma infraestrutura estruturante da mobilidade local", com o foco na "segurança, a fiabilidade e a qualidade de utilização desta ligação fundamental entre Matosinhos e Leça da Palmeira". A empreitada total estende-se por 14 meses, mas a entidade portuária assegura que, fora deste hiato, irá "manter a operacionalidade da ponte, assegurando a passagem de navios, vehicles e peões". O fecho completo justifica-se estritamente porque "a substituição das rótulas deste equipamento irá exigir a sua imobilização por um período máximo de 90 dias".
Do ponto de vista financeiro, a intervenção traduz-se num "investimento global de 5,63 milhões de euros", sendo que "4,5 milhões destinam-se à empreitada principal, estando ainda incluídas a instalação de novas rótulas e os trabalhos de fiscalização". O projeto de beneficiação pública "conta com financiamento do PACS [Programa para a Ação Climática e Sustentabilidade], no âmbito do Programa Sustentável 2030 [fundos europeus]".
A administração revelou ainda que "a taxa de comparticipação comunitária é de 71,19%, sendo a contrapartida nacional assegurada pela APDL com recursos próprios". No plano prático, a modernização abrange a "renovação do sistema de proteção anticorrosiva e pintura de toda a estrutura, bem como a substituição das coberturas pedonais, guarda-corpos e pavimento, juntamente com a repavimentação da faixa de rodagem". Para acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos, os cidadãos poderão consultar os canais digitais e a aplicação móvel oficial da ponte móvel.